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	<title>Vet Quality Cursos</title>
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		<title>A importância do manejo adequado do pasto para a produção de leite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 19:25:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manejo]]></category>
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					<description><![CDATA[O gado de leite é uma importante fonte de renda para muitos produtores rurais, e a qualidade do pasto é um fator crucial para a produção de leite de alta qualidade. Um bom manejo do pasto pode melhorar a qualidade e quantidade do leite produzido, além de reduzir os custos de produção. Separei alguns benefícios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O gado de leite é uma importante fonte de renda para muitos produtores rurais, e a qualidade do pasto é um fator crucial para a produção de leite de alta qualidade. Um bom manejo do pasto pode melhorar a qualidade e quantidade do leite produzido, além de reduzir os custos de produção. Separei alguns benefícios da boa prática:</p>
<p>Melhoria da qualidade do pasto: O pasto é a principal fonte de alimento para o gado de leite, e um manejo adequado do pasto pode melhorar a qualidade do alimento disponível para os animais. Isso pode resultar em um aumento na produção de leite, já que o gado terá acesso a uma dieta mais balanceada e nutritiva.</p>
<p>Redução de custos: O manejo adequado do pasto também pode ajudar a reduzir os custos de produção, já que os produtores podem economizar em suplementos alimentares e outros insumos. Isso é especialmente importante em momentos de volatilidade nos preços do leite e das commodities agrícolas.</p>
<p>Maior eficiência produtiva: O gado que se alimenta de pasto de qualidade produz mais leite com menor custo, o que aumenta a eficiência produtiva da fazenda. O manejo adequado do pasto também pode ajudar a reduzir a incidência de doenças e problemas de saúde no gado, o que pode melhorar ainda mais a eficiência produtiva da fazenda.</p>
<p>Melhoria da sustentabilidade: Um manejo adequado do pasto pode ajudar a melhorar a sustentabilidade da produção de leite, já que pode reduzir a necessidade de insumos externos e reduzir o impacto ambiental da atividade. Além disso, pastos saudáveis e bem manejados podem contribuir para a conservação do solo e da biodiversidade na propriedade.</p>
<p>Maior lucratividade: Por fim, o manejo adequado do pasto pode contribuir para a maior lucratividade da fazenda leiteira, uma vez que a produção de leite de alta qualidade pode ser vendida a preços mais elevados. Além disso, uma fazenda com pasto bem cuidado pode atrair consumidores que valorização sustentável e a qualidade dos alimentos.</p>
<p>Conclusão:<br />
O manejo adequado do pasto é essencial para a produção de leite de alta qualidade e a lucratividade da fazenda leiteira. Além disso, contribui para a sustentabilidade da produção e para a conservação do meio ambiente. Os produtores rurais devem estar cientes da importância do manejo adequado do pasto e buscar informações e orientações para implementar as práticas corretas em suas propriedades. Com um bom manejo do pasto, é possível obter uma produção de leite de qualidade, reduzir os custos de produção e aumentar a eficiência produtiva da fazenda leiteira.</p>
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		<title>Sabotadores de Produção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[tingoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 00:01:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade do leite]]></category>
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					<description><![CDATA[SABOTADORES DE PRODUÇÃO Relacionados ao bem-estar animal Quando falamos em bem-estar animal, devemos entender a base desse conceito que, atualmente, vem sendo amplamente debatido, principalmente em virtude da ação de diversos grupos, entidades e pesquisadores que desenvolvem métodos de aferição desse bem-estar e seus efeitos. Torna-se importante ressaltar que, além de ser um compromisso moral [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>SABOTADORES DE PRODUÇÃO</strong></p>
<p><strong>Relacionados ao bem-estar animal</strong></p>
<p>Quando falamos em bem-estar animal, devemos entender a base desse conceito que, atualmente, vem sendo amplamente debatido, principalmente em virtude da ação de diversos grupos, entidades e pesquisadores que desenvolvem métodos de aferição desse bem-estar e seus efeitos.</p>
<p>Torna-se importante ressaltar que, além de ser um compromisso moral e ético de, como Ser humano eu buscar o bem-estar dos animais, é também uma forma de atingir melhores índices de produção.</p>
<p>Conceitualmente, <strong>bem-estar animal</strong> é a relação entre o seu estado no momento e a capacidade/necessidade de se adaptar ao ambiente (BROOM e MOLENTO, 2004), ou seja, entendemos que a cada ambiente em que o animal se encontra e, também em diferentes momentos, fisiologicamente esse organismo terá que ser adaptar. Agora o quanto esse animal tem condições de adaptação ou, quanto nós por ações externas ajudamos ou pioramos a condição de adaptação desse animal, é o que vamos considerar bem-estar.</p>
<p>Fica claro que, quando buscamos atingir melhores situações de bem-estar animal nos sistemas produtivos de leite, além cumprir com um papel natural, vamos atingir melhores índices produtivos (SILVA et al, 2019), pois as características de BEA levam ao aproveitamento melhor dos princípios fisiológicos do animal e, por conseguinte, melhor eficiência.</p>
<p>Por isso, quando tratamos do bem-estar animal, de maneira geral nos deparamos diante dos indicadores, que de forma simplificada são conhecidas como as 5 liberdades, entre as quais, podemos citar:</p>
<ul>
<li>Livre de medo e estresse</li>
<li>Livre de dor e doenças</li>
<li>Livre de fome e sede</li>
<li>Livre do desconforto</li>
<li>Livre para expressar seu comportamento natural.</li>
</ul>
<p>(Farm Animal Welfare Council &#8211; FAWAC, 1979).</p>
<p><strong>As 5 liberdades</strong></p>
<p><strong>Não é algo fácil mas deve sempre ser buscado</strong></p>
<p>Deve-se entender que não é algo simples contemplar na plenitude, as 5 liberdades em animais de produção mas, devemos buscar o máximo de eficiência na busca do cumprimento de cada uma delas, sempre beneficiando o animal, entendendo que dessa forma, será natural que o retorno ocorra através da melhoria dos índices de produção e também dos índices econômicos da propriedade.</p>
<p>Cuide, pois as vezes a melhoria pode estar um pouco camuflada e se torna imperceptível como efeito de ações que gerem o bem-estar animal. Por exemplo, uma ação simples de melhorar o equilíbrio ruminal através da dieta, pode até gerar um aumento em litros de leite produzido ou em percentual de sólidos, só que muitas vezes não será percebido esse aumento, pois não é da prática da propriedade, aferir regularmente esses itens citados.</p>
<p><strong>Em muitas situações, as ações que buscam o bem-estar animal em vacas leiteiras não necessitam de grandes investimentos ou geração de &#8220;custos&#8221;, apenas observação e implementação de manejos ajustadores.</strong></p>
<p><strong>Dor</strong></p>
<p>A dor é um importante sabotador de produção, principalmente pelo fato de que ela interfere na capacidade produtiva do animal e, é muito difícil do produtor de leite conseguir mensurar o impacto.</p>
<p>  Quando falamos em dor, precisamos entender que ela pode interferir de mais de uma forma diferente mas, que qualquer forma, sempre terá impacto negativo sobre a capacidade produtiva leiteira do animal.</p>
<p>  Basicamente, a dor apresenta três efeitos principais sobre o animal, entre os quais pode-se citar:</p>
<p>Redução de consumo;</p>
<p>Alteração hormonal pela adrenalina, que impacta na circulação sanguínea;</p>
<p>Alteração hormonal pelo estresse, através do efeito do cortisol.</p>
<p>  Quando citamos a dor como sabotador, precisamos entender de que forma podemos melhor identificar processos dolorosos nos animais e, torna-se ainda mais importante que o diagnóstico seja feito o mais precoce possível.</p>
<p>Em bovinos leiteiros, muitas podem ser as causas de dor, entre as quais podemos citar os problemas dentários (fraturas, perdas dentárias), o timpanismo (empanzinamento), as mastites (principalmente as clínicas) mas, sem dúvida alguma, a principal causa de dor em propriedades leiteira são os problemas de locomotores (problemas de patas) que podem interferir de forma direta ou indireta.</p>
<p>   Se pensarmos, uma vaca somente se alimenta em pé, ela precisa se deslocar para poder se alimentar ou beber água. Portanto, qualquer grau de dor já vai ter a interferência direta sobre o consumo de alimentos e os efeitos antes citados de alteração hormonal (Adrenalina e Cortisol).</p>
<p>  Por isso, é fundamental que a identificação de processos dolorosos seja uma preocupação constante do produtor. Primeiro pelo princípio ético básico de que esse animal está sob seus cuidados, e segundo, porque o processo doloroso está atuando como um sabotador que você não consegue identificar e mensural a perda que está ocorrendo.</p>
<p>   Quanto será que está reduzindo a produção de leite? Será que está alterando a síntese de sólidos?</p>
<p>   Ainda considerando a dor em bovinos, temos um agravante pois, esse animal por ser uma presa, é de sua característica natural de sobrevivência, &#8220;esconder a dor&#8221;. Dessa forma, torna-se claro que, quando conseguimos observar e configurar processos dolorosos em bovinos, é porque o processo já está bem avançado e, o grau de cronicidade como sabotador também já é evidente.</p>
<p>Nesse quesito, devemos descrever e observar as principais alterações comportamentais que visualizamos, são inicialmente, os comportamentos fisiológicos de vocalização constante (também pode ser medo), contorção e sinais constantes de fuga. Avançando na dor, o animal pode mudar o comportamento e demonstrar apatia e redução de princípios básicos naturais como ingestão e movimentação.</p>
<p>   Uma demonstração que pode passar desapercebida pelo produtor é o movimento contínuo com as patas traseiras enquanto a vaca está sendo ordenhada. Ou, o tempo que a vaca passa em pé na pastagem, pode ser um sinal de dor, assim como o tempo que ela fica deitada.</p>
<p>  O que conseguimos entender é que, muitas das demonstrações de dor são sutis e, que dependem muito da capacidade de observação que, quem está com os animais, tenham. Para o controle e diagnóstico de dor nos animais leiteiros, podemos usar de estratégias, as vezes muito simples, para a identificação da dor, entre os quais podemos citar como principal, o ESCORE DE LOCOMOÇÃO que é a forma como os animais se deslocam tentando observar possíveis distorções.</p>
<p>  A avaliação do escore de locomoção deve ser feito diariamente pois, como o produtor se encontra diariamente junto dos seus animais, deve aproveitar sempre para observá-los.</p>
<p>   Mas, o produtor precisa entender que ele vai tentar esconder a dor e, quando ele perceber o animal mancando, já faz muito tempo que esse animal sente dor.  Em um trabalho realizado em fazendas leiteiras nos Estados Unidos, Warnick et al. (2001), concluíram que animais com laminite, pode chegar a uma redução entre 0,8 a 1,5 kg/dia de leite por animal, nas duas primeiras semanas de diagnóstico de dor. Depois, até por uma questão de adaptação do animal ao processo estressor, essa perda diminui mas nunca baixa 0,5 kg/animal/dia de leite.</p>
<p>O Escore de Locomoção dos animais avalia vários pontos importantes, o posicionamento das patas com o animal parado e o animal em locomoção, movimentação de coluna e cabeça.</p>
<p>  Podemos entender que há sistemas diferentes de observação, podemos ajustar qual o melhor sistema para a nossa realidade mas, o que temos que ter claro, em mente, é a necessidade e a obrigatoriedade de identificarmos os primeiros sinais de dor, o quanto antes, para agir imediatamente, sem que deixemos o efeito dor, sabote o nosso sistema de produção.</p>
<p><strong>Medo</strong></p>
<p>O medo exerce um efeito muito semelhante ao da dor nos animais de produção, pois por apresentarem a característica natural de presas, as vacas são animais que sempre estão em estado de atenção.</p>
<p>  Cabe ainda ressaltar que, qualquer ação  aversiva sobre as vacas leiteiras, elas guardam em sua memória e, trazem para a superfície, toda a vez que são submetidas à ações semelhantes.</p>
<p>  Como já foi ressaltado por Temple Grandin, os bovinos ajustam o seu modo de reconhecimento para locais, para odores, para sons e para objetos. Dessa forma, entendemos que a vaca não vai reconhecer um Ser humano específico que lhe causou uma ação aversiva mas, vai reconhecer o local, o determinado som, o vestuário e formar uma &#8220;silhueta&#8221; da pessoa que fez a ação aversiva e, baseado em estudos comportamentais, guardar essa ação na memória por um longo período de tempo. Por isso, sempre chegamos em uma propriedade leiteira, devemos avaliar a reação dos animais frente a um indivíduo estranho. Se os animais se aproximam (vacas são curiosas), identificam de certa forma, um convívio tranquilo mas, se os animais se afastam, ficam arredios ou apenas um deles se aproxima, isso pode identificar um convívio não tão saudável e que a imposição do medo pode estar sendo a tônica desse sistema de criação</p>
<p><strong>O medo gera impactos semelhantes ao da dor, por controles hormonais e efeitos sanguíneos.</strong></p>
<p>Quando falamos em medo, devemos considerar alguns pontos importantes que, muitas vezes, parece que as pessoas não conseguem perceber.</p>
<p>O primeiro ponto, é a <strong>capacidade auditiva </strong>dos bovinos que é muitas vezes maior do que a de um Ser humano. Dessa forma um grito e sons extremamente auto pode ser tão aversivo quanto uma agressão física (espancamento). Você pode pensar mas e todo o barulho que tem em uma sala de ordenha (canzil metálico batendo, som da ordenhadeira, som dos ventiladores, o produtor que coloca música com o som muito alto)? Bem, uma condição importante dos bovinos é a de adaptação e, dessa forma podemos considerar que o estresse agudo dos animais vai se tornando crônico e, em seguida vai ocorrendo a adaptação desses animais frente a esse agente estressor. Isso, não quer dizer que podemos deixar assim, temos sempre que melhorar o sistema, diminuir ao máximo os ruídos e sempre que possível, ajudar os animais a adaptar-se ao ambiente ruidoso.</p>
<p>  Por exemplo, quando uma novilha está prestes a parir pela primeira vez e vai entrar no sistema de produção, ela já deve conviver com o processo pois a adaptação desse animal ao ambiente vai ser um fator acelerador do processo, gerando maior velocidade de alcance da capacidade produtiva dessa categoria animal.</p>
<p>  Outro ponto importante que pode ser trabalhado na propriedade é em relação às bezerras, que devem ser manejadas e trabalhadas, já visando uma melhor adaptação do animal ao convívio.</p>
<p>Outro ponto importante de ser considerado é a distância de fuga  e o ponto de equilíbrio.  Esses dois pontos são áreas imaginárias mas que, se respeitadas e bem manejadas, vão trabalhar em favor do sistema de produção.</p>
<p>  Ao compreender a zona de fuga, que vai ser variável de animal para animal e, principalmente respeitando essa zona de fuga e o ponto de equilíbrio, vai diminuir a necessidade de um manejo aversivo, o animal vai responder de maneira mais positiva e, por consequência, vai reduzir o efeito sabotador do medo sobre as vacas leiteiras.</p>
<p>  O produtor deve compreender os animais que ele trabalha, determinar a zona de fuga desses animais, determinar a zona de fuga do rebanho e, entender que alguns de seus animais são naturalmente mais lentos, portanto, precisam contar com a paciência de quem os conduz para um efeito positivo</p>
<p><strong>O entendimento de zona de fuga e ponto de equilíbrio, facilita o manejo.</strong></p>
<p> </p>
						</div>
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		<title>A importância da Gestão Integrativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[tingoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2022 02:40:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nova postura deve ser desenvolvida diante da pecuária leiteira, visando um real desenvolvimento da atividade. As vezes podemos ver que as propriedades leiteiras são visitadas e atendidas de forma descontinuada e, na maioria das vezes, por diferentes profissionais. É bastante comum a propriedade ter um profissional que faz a parte nutricional, enquanto outro profissional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova postura deve ser desenvolvida diante da pecuária leiteira, visando um real desenvolvimento da atividade. As vezes podemos ver que as propriedades leiteiras são visitadas e atendidas de forma descontinuada e, na maioria das vezes, por diferentes profissionais. É bastante comum a propriedade ter um profissional que faz a parte nutricional, enquanto outro profissional faz a parte reprodutiva e, a pergunta que fica disse é; que junta tudo isso? Quem atrela uma área à outra? Quem avalia os efeitos correlatos.</p>
<p><strong>A visão integrativa</strong></p>
<p>Existe o que podemos chamar de “ecossistema” da atividade leiteira e, ele é muito mais complexo que se pode imaginar. Por isso, é fundamental que se desenvolva uma nova forma de ver a propriedade, na verdade, a forma <strong>correta</strong> de ver a propriedade.</p>
<p>Não há problema de diferentes profissionais assistirem a propriedade o que precisa, é que tenha alguém que faça a união entre esses diferentes pontos, avaliando resultados e buscando pontos de intersecção que podem muitas vezes interferir de forma negativa nos resultados da propriedade.</p>
<p>A visão integrativa é aquela que une os pontos isolados da atividade e, a partir daí, consegue buscar interações e interrelações entres os processos e etapas da atividade leiteira.</p>
<p>Não te parece meio estranho você chegar na propriedade e dizer: <em>Não, eu só faço a reprodução, na nutrição eu não me meto!</em> E o contrário da mesma forma.</p>
<p><strong>Vantagens de se trabalhar com uma visão integrativa na propriedade</strong></p>
<p>Quando se muda o modelo de atendimento na propriedade leiteira e, passa-se a ter um atendimento com uma visão que integra diferentes setores e personagens da propriedade, se observa alguns pontos positivos que vão surgir pela nova forma de trabalhar, entre as quais, pode-se citar:</p>
<ul>
<li>Visão do todo: o que é fundamental para atender de forma correta e coerente uma propriedade leiteira;</li>
<li>Avaliação de efeitos correlatos: muitas vezes a causa de um problema na propriedade não está no problema em si e sim, em outros setores da atividade que somente será atendido, se o profissional avaliar a propriedade como um todo;</li>
<li>Organização de processos: quando se faz o trabalho de forma integrativa, se torna mais fácil organizar os processos dentro da propriedade, uma vez que, com a visão do todo, pode-se priorizar etapas que, normalmente por uma avaliação mais restrita, pode não ter a importância devida;</li>
<li>Controle real e eficiente de custos: Quando o atendimento é de forma isolada, entrecortada e, por diferentes profissionais, fica mais fácil de ocorrer um desbalance nas contas da propriedade pois, como profissional posso querer que a “minha área” funcione redondinha na propriedade mas isso, pode custar caro demais.</li>
</ul>
<p>É óbvio que se o profissional começar a trabalhar com uma visão integrativa nas propriedades, vai requerer mais tempo por parte desse profissional para que ele possa desenvolver seu trabalho. A questão é que, esse profissional vai começar fazer algo muito diferente do que é o normal na atividade leiteira e,&#8230;</p>
<p><strong>&#8230;Sendo assim,</strong></p>
<p>O profissional que atende propriedades leiteiras com uma visão integrativa, que avalia a propriedade como um todo e a atividade como um conjunto de processos correlatos, apresenta uma vantagem profissional sobre os demais e, o que considero até mais importante, transfere essa vantagem profissional também para a propriedade que por ele assistida.</p>
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		<item>
		<title>O efeito do estresse térmico sobre os animais de produção</title>
		<link>https://vetqualitycursos.com.br/2022/07/22/expanding-the-solar-supply-chain-finance-program/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[tingoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 23:38:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Agora que está se aproximando a época do ano com maiores temperaturas, aumentam as preocupações com o efeito do calor sobre os animais e, essa preocupação é verdadeira e necessária. O estresse térmico gera efeitos danosos sobre a fisiologia dos animais e inclusive, exerce efeito transgeracionais pois, filhas e netas de vacas que sofrem com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que está se aproximando a época do ano com maiores temperaturas, aumentam as preocupações com o efeito do calor sobre os animais e, essa preocupação é verdadeira e necessária.</p>
<p>O estresse térmico gera efeitos danosos sobre a fisiologia dos animais e inclusive, exerce efeito transgeracionais pois, filhas e netas de vacas que sofrem com o calor, apresentam resultados negativos em suas capacidades produtivas.</p>
<p><strong>Mas é apenas o calor que interfere no animal?</strong></p>
<p>A resposta curta e grossa é NÃO! Na verdade temos um somatório de fatores que vão acabar interferindo, deixando claro que devemos estar atentos a questões multifatoriais para reduzir  esse efeito. Entretanto, dois pontos devem ser considerados como os de maior impacto direto sobre os animais; a temperatura e a umidade relativa do ar pois, locais com altas temperaturas e alta umidade relativa do ar são de maior impacto sob ponto de vista de estresse térmico.</p>
<p><strong>Quais os principais efeitos do estresse térmico sobre os animais?</strong></p>
<ul>
<li><em>Aumento da taxa respiratória:</em> Animais com excesso de calor aumentam a ofegação com o objetivo de retirar água do corpo o que ajuda no processo de resfriamento do corpo;</li>
<li><em>Alteração do fluxo circulatório: </em>Como o animal está sentindo calor e precisa achar formas de diminuir esse calor, há uma mudança do fluxo sanguíneo, colocando a circulação mais periférica para aumentar a retirada de água, com isso há uma diminuição do fluxo sanguíneo em órgãos internos, no caso de bovinos leiteiros, é importante ressaltar o menor fluxo de sangue para rúmen, fígado, glândula mamária e útero;</li>
<li><em>Redução de consumo de matéria seca</em>: Quando o animal está com calor ele come menos, pois além de precisar ofegar para colocar a calor para fora, ao comer o animal produz calor dentro do corpo (calor endógeno) e para evitar essa fonte de calor, o animal come menos;</li>
<li><em>Aumenta o tempo em pé</em>: Como o animal está com calor ele permanece de pé para diminuir a área de absorção de calor e, dessa forma, ele aumenta a chance de lesões de locomotores;</li>
<li><em>Deita em pisos frios e sujos</em>: Quando esse calor é em áreas de confinamentos, muitas vezes vemos os animais deitados na área de alimentação onde o piso de concreto é frio. O problema que esse piso também é abrasivo e sujo o que aumenta as lesões em regiões articulares e os casos de mastites de rebanho.</li>
</ul>
<p><strong>Então, como proceder em situações de calor?</strong></p>
<p>Em primeiro lugar as ações devem ser bem planejadas para não aumentar os custos sem que tenham o efeito buscado. Em segundo lugar, devemos entender que o calor é cumulativo no corpo dos animais, por isso, o animal vai somando o acréscimo de temperatura e muitas vezes, o horário que o animal mais sente calor não é mais o horário mais quente do dia. Entenda, <strong>o estresse térmico pode levar os animais a óbito</strong> e, além disso (que já é extremamente grave), gera perdas econômicas enormes na propriedade. Pensando nisso, existem ações que podem ser feitas para reduzir o efeito do calor nos animais, entre os quais pode-se citar:</p>
<ul>
<li><em>Sombreamento:</em> o uso de sombras naturais ou artificiais (sombrite) é uma forma de diminuir o efeito do sol sobre os animais, lembrando sempre que não adianta apenas ter a sombra. Ela deve ser feita de forma pensada e programada a ter um efeito correto. Considera-se ideal que a sombra tenha a distância de 1m de altura para cada 10 litros de leite produzido na média do rebanho;</li>
<li><em>Água:</em> nesse caso, cito a água de beber que deve ser abundante, limpa e fresca. Quanto maior o número de pontos de água maior vai ser a chance dos animais beberem, principalmente porque diminuímos a competição nos cochos de água;</li>
<li><em>Alimentação:</em> para esse período podemos e devemos reduzir nutrientes que aumentam a produção de calor interno, como é o caso do amido e claro, devemos achar fontes energéticas substitutas com menor produção de calor, como é o caso das gorduras;</li>
<li><em>Sistemas de resfriamento:</em> quando citamos assim, falamos de vento, água (aspersão) ou, o que é mais eficiente, a soma dos dois, vento + água. Apenas devemos considerar que deve ser muito bem feito para não termos o problema de ter um sistema que não funciona direito mas que já gera custo.</li>
</ul>
<p><strong>Assim sendo&#8230;</strong></p>
<p>O calor unido à umidade relativa do ar são problemas que devemos considerar como um grande ponto de interferência sobre a capacidade produtiva da propriedade e, por isso, devemos trabalhar com formas de amenizar esses efeito para reduzir perdas importantes no sistema de produção.</p>
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